Indignação
Viajei recentemente entre Vila Real e Ribeira de Pena. De férias, tinha ouvido falar de um grande incêndio no Parque Natural do Alvão que, por ironia, se declarava extinto nessa manhã. Dizia a rádio que as chamas haviam alastrado para lá do Parque, mas não localizara a região.
De viagem, a partir de Vila Real e até Vilarinho da Samardã, viajei entre ruínas de carvão. Tudo negro, tudo ardido a perder de vista, de um e outro lado da estrada, por mais de 10 quilómetros.
Caso único? Infelizmente não, um pouco por todo o país, a norte e no centro, poderíamos falar de situações idênticas.
Nesse mesmo dia, indo e vindo, localizei no horizonte vários focos de incêndio. Que alastraram rapidamente. O dia estava quente mas nada, nada justificava aquele proliferar de focos de incêndio. Em Vila Real os Bombeiros aceleravam na estrada, de um lado para o outro, no desespero de atalhar os fogos no início. No ar, um Canadair e vários helicópteros evoluiam no combate às chamas mais volumosas. Em qualquer miradouro paravam carros para apreciar a evolução das chamas e dos aviões.
Que país é este em que vivemos, que insanidade é esta que nos atacou? Como é possível continuar a atear o fogo impunemente? Como é possível "gozar" o panorama do combate insano às chamas que deflagram? Como é possível fazer do fogo o espectáculo dos nossos meios de comunicação?
Indignemo-nos pois!
Sejamos severos. Cortemos de vez com os interesses económicos que estão a viver do fogo!
Sancionemos moralmente aqueles que, de uma forma fútil ou intencional, se transformam em incendiários!
Acabemos com a impunidade.
Viajei recentemente entre Vila Real e Ribeira de Pena. De férias, tinha ouvido falar de um grande incêndio no Parque Natural do Alvão que, por ironia, se declarava extinto nessa manhã. Dizia a rádio que as chamas haviam alastrado para lá do Parque, mas não localizara a região.
De viagem, a partir de Vila Real e até Vilarinho da Samardã, viajei entre ruínas de carvão. Tudo negro, tudo ardido a perder de vista, de um e outro lado da estrada, por mais de 10 quilómetros.
Caso único? Infelizmente não, um pouco por todo o país, a norte e no centro, poderíamos falar de situações idênticas.
Nesse mesmo dia, indo e vindo, localizei no horizonte vários focos de incêndio. Que alastraram rapidamente. O dia estava quente mas nada, nada justificava aquele proliferar de focos de incêndio. Em Vila Real os Bombeiros aceleravam na estrada, de um lado para o outro, no desespero de atalhar os fogos no início. No ar, um Canadair e vários helicópteros evoluiam no combate às chamas mais volumosas. Em qualquer miradouro paravam carros para apreciar a evolução das chamas e dos aviões.
Que país é este em que vivemos, que insanidade é esta que nos atacou? Como é possível continuar a atear o fogo impunemente? Como é possível "gozar" o panorama do combate insano às chamas que deflagram? Como é possível fazer do fogo o espectáculo dos nossos meios de comunicação?
Indignemo-nos pois!
Sejamos severos. Cortemos de vez com os interesses económicos que estão a viver do fogo!
Sancionemos moralmente aqueles que, de uma forma fútil ou intencional, se transformam em incendiários!
Acabemos com a impunidade.

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شركة دجلة بالمز, at 8:35 da tarde
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